O fato de que o Egito se tornou uma nação belicosa e conquistou todas as terras ao norte  do Eufrates depois da expulsão dos Hicsos já foi observado. Para melhor controle de sua fronteira e do estado-tampão de Canaã, a capital foi mudada de Tebas para a região oriental do delta do Nilo. Aconteceu isso no tempo em que Ramssés II, “este bem amado de Amom”, ocupava o trono. Ele parece ter sido rei da cabeça aos pés, e, conquanto fosse talvez  maior construtor do que guerreiro, cuidava zelosamente da segurança de seu país.
   Ramssés reconstruiu e fortificou a Muralha dos Príncipes, constituída de fortes, que se estendia das costas do Mar Mediterrâneo ao Lago Timsah.

E depois, para sua melhor manutenção, assim como para o uso de seus soldados em Canaã, reconstruiu  e ampliou as cidades de Píton e Ramssés, transformando-as em cidades-armazéns. Para isso usou trabalho forçado, recrutado em grande parte, ao que parece, entre os israelitas que viviam na região do delta conhecida como Gosén.

A primeira destas cidades, Píton, é o cômoro Tell er Retâba, no Wadi Tumilât, e nos tempos antigos parece ter se chamado Pi-Tum, ou “casa do deus Tum (Atom)”. A segunda cidade, mencionada no livro do Êxodo, é quase indubitavelmente Tanis, a residência dos faraós ramesseídas no delta. Em tempos pensou-se que fosse Tell el Maskhûta, perto de treze quilômetros a leste de Píton , mas este cômoro é hoje  considerado a bíblica Sucote, o primeiro acampamento do Êxodo (Ex 12,37) . Escavações feitas nestes sítios deixam pouca dúvida de que foram construídas por Ramssés II, a quem cabe a dúbia honra de ter sido o faraó do Êxodo.

Em oposição a este faraó levantou-se um dos maiores líderes e legisladores de todos os tempos- Moisés. Embora nascido no cativeiro que seu povo fora condenado a sofrer, o destino fez dele filho adotivo da filha do faraó, e foi criado no palácio real. Mas a sua lealdade ao próprio povo manteve-se inabalável. Freqüentemente ia visitá-los e, com grande pena, ficava a vê-los trabalhar para seus senhores egípcios.  Um dia, vendo um egípcio espancar um hebreu, matou-0 e escondeu o corpo na areia.

Quando o faraó teve a notícia da ocorrência, Moisés foi obrigado a fugir. Que direção tomar? Fugiu para o sul e para o leste, evitando a patrulha da fronteira, e dirigiu-se para a terra de Mídia, que ficava ao longo do litoral do Golfo de Acaba, no Mar Vermelho. Aí, entre descendentes do pai Abraão , levou vida de pastor e foi preparado para sua futura tarefa de dirigir o povo de Israel durante os seus anos de peregrinação através do deserto.

Foi nessa região que o Senhor chamou Moisés para a sua grande missão. Aí o Senhor apareceu-lhe como uma chama de fogo, no meio de uma sarça ardente  e anunciou que Ele o escolhera para tirar os Filhos de Israel de seu cativeiro no Egito ( Ex 3,2-10).  Durante os últimos quatro séculos, o lugar tradicional à sombra do Monte Sinai tem sido assinalado, primeiro por uma igreja, depois pelo Mosteiro de Santa Catarina.

Obedecendo a ordem do Senhor, Moisés voltou ao Egito, onde se reuniu com seu irmão, Arão. Juntos suplicaram ao faraó que deixasse seu povo partir, mas o faraó recusou, e o Senhor, para provar o seu divino propósito, manifestou-se de muitas maneiras milagrosas.

Fez a vara de Arão transformar-se em uma serpente ao ser jogada ao chão. Quando isso não bastou para demover o faraó, o Senhor castigou o Egito com dez pragas: transformou todas as águas do Egito em sangue e enviou rãs e insetos, afligiu os egípcios e seus animais com doenças, cada praga era mais terrível do que a anterior. Só quando o anjo do Senhor, “passando por cima”das casas dos hebreus, feriu de morte o primogênito de cada família egípcia e de cada animal do campo é que Moisés obteve , finalmente, permissão do relutante faraó para conduzir seu povo para fora do Egito, onde viviam como escravos.

Era na primavera, e as Doze Tribos de Israel reuniram-se apressadamente na cidade real de Tanis, ou Ramssés, formando em número a maior migração de toda a história (Ex 12,37). Seu objetivo era a Terra Prometida. Qual seria a sua rota? A mais curta seria pela estrada que acompanhava a costa do Mar Mediterrâneo, conhecida como “Caminho da Terra dos Filisteus”, hoje conhecida como “Faixa de Gaza”.  A extremidade egípcia dessa rota era guardada por fortes, e, como se deduz do texto bíblico, era talvez uma saída demasiado arriscada.

Dirigiram-se então para Sucote, cinqüenta e dois quilômetros a sudeste, onde estabeleceram seu primeiro acampamento. Embora fosse apenas um pequeno trajeto, provavelmente, levou-lhes dois ou três dias  para percorrer, carregados como iam com seus objetos e animais domésticos, além de muitas crianças. Prosseguiram depois até Etã , na orla do deserto. Nessa altura, o faraó já tinha mudado de idéia, e os israelitas talvez para confundirem os seus perseguidores, retrocederam até Baal Zefon, perto do “Mar dos Caniços”.

O lugar exato onde as águas se abriram, tornando possível a travessia do mar, talvez nunca seja positivamente estabelecido. Há um certo número de lugares possíveis. O nome hebraico do lugar que os egípcios atravessaram ao deixarem o Egito significa “o mar dos caniços”. O nome descritivo parece referir-se à região pantanosa e de águas rasas através da qual foi mais tarde cortado o Canal de Suez. A versão grega do Antigo testamento ( a dos Setenta), traduzida vários séculos antes de cristo, foi, ao que parece, a primeira a confundir essa massa de água com o Mar Vermelho, que começa alguns quilômetros ao sul. Daí que o Novo testamento grego também fale dos israelitas atravessando o “Mar Vermelho”.

Com a destruição do exército do faraó ao se fecharem as águas do Mar dos Caniços, os israelitas ficaram livres e prosseguiram jubilosos até a Península do Sinai. Miriã, irmã de Moisés e Arão, tomou o pandeiro e todas as mulheres seguiram atrás dela dançando e cantando (Ex 15,20-21).

Os israelitas prosseguiram em seu caminho, que conduzia às minas de cobre e turquesa, perto da extremidade dessa áspera região.

Em tempos recentes essa região não tem podido sustentar mais de uns sete mil nômades subnutridos. Como não deve ter parecido o deserto, naqueles tempos antigos, a quase cem vezes esse número de pessoas, completamente sem experiência dos rigores dessa árida estepe! Como nos tempos bíblicos, ainda existem aí longos trechos sem água, com raros poços de água salobre, qualquer um dos quais pode ter sido Mara. Ainda existe um tentador oásis de palmeiras e água boa e límpida, que provavelmente é o bíblico Elim.

Durante a primavera e o outono codornizes migratórias que vão da África para a Europa Central pousam para comer naquela parte da Península do Sinai e são apanhadas pelos famintos beduínos nômades exatamente como foram apanhadas há muitos séculos pelos famintos Filhos de Israel. E, se viajarmos perto dessa região, provavelmente nos oferecerão o doce “maná” gotejamentos de tamargueiras, cuja casca é atacada por um minúsculo inseto que se encontra somente no Sinai. (Ex 16,4-35).

Três meses depois de escaparem do Egito, os israelitas chegaram ao pé do Monte Sinais,onde, algum tempo antes, Moisés tinha visto a sarça ardente e recebido a ordem do Senhor. Aí eles acamparam e durante os meses que se seguiram Moisés subiu as encostas do Monte Sinai para comungar com Deus. Foi aí que Deus revelou a Moisés os princípios da fé que os Filhos de Israel deveriam seguir para todo o sempre, e aí que Ele deu a Moisés os Dez Mandamentos inscritos em duas tábuas de pedra.

Entretanto quando Moisés desceu da montanha com os Dez Mandamentos encontrou o povo adorando um bezerro de ouro que tinham moldado de suas jóias sob a direção de Arão. Em sua cólera por eles terem abandonado Deus dessa maneira, Moisés quebrou as tábuas. Depois repreendendo o povo por seu pecado, lançou o bezerro de ouro ao fogo, queimando-o e reduzindo-o a pó.

 Depois disso, os Filhos de Israel arrependeram-se e Deus  perdoou-lhes. Lembrando-se de sua promessa aos antepassados deles, Abraão, Isaque e Jacó, Ele disse que os conduziria à Terra Prometida, uma terra onde manava leite e mel.

Quando chegou a primavera, os israelitas levantaram acampamento, formaram uma grande coluna e puseram-se a caminho da distante Canaã. Seus sacerdotes iam à frente carregando a Sagrada Arca da Aliança – uma arca feita de madeira de acácia, recoberta de ouro e contendo a vara de Arão, algum maná do céu e os fragmentos das tábuas dos Dez Mandamentos. As Doze Tribos, com todos os seus bens e rebanhos, seguiam-nos.  E o Espírito do Senhor  pairava sobre a Arca da Aliança, sob a forma de uma nuvem, de dia, e de coluna de fogo, a noite.

Durante as semanas que se seguiram, os Filhos de Israel foram caminhando para o norte, paralelamente ao Golfo de Acaba. Localizar todos os seus acampamentos relacionados no 33º capítulo do Livro de Números seria impossível e, em grande parte, inútil. Alguns dos seus pontos de parada, entretanto, tem uma significação especial.

Um deles, a cidadezinha de Eziom-Geber, situada na cabeceira do Golfo, adquiriu proeminência no tempo de Salomão, pois ele teve aí uma fundição de cobre e um estaleiro. Ë conhecida atualmente como a cidade de Eilat e é importantíssima como porto no sul do moderno Estado de Israel.

Dobrando para o noroeste, os israelitas dirigiram-se ao “país do sul” de Canaã, onde Moisés esperava entrar na Terra Prometida. Ao que parece, acharam, na vizinhança de Cades-Barnéia, no deserto de Zim, água e pastos suficientes para estabelecerem um acampamento permanente enquanto um grupo de reconhecimento procura obter informações que permitissem planejar a estratégia da invasão.

Os espias, entre os quais se encontrava um homem chamado Josué, foram só até um ponto distante trina e poucos quilômetros de Hebrom. Aí, dez dos doze batedores ficaram tão assustados, que perderam o ânimo e voltaram rapidamente ao acampamento, informando sobre a riqueza da terra e trazendo como prova um enorme cacho de uvas e algumas romãs e figos, mas gaguejando de medo, suas palavras mais pareciam histórias de mercadores.

Moisés ficou chocado e irritado quando os israelitas, acampados em Cades-Barnéia, ficaram intimidados com a notícia dos espias e hesitaram em entrar em Canaã. A fim de fortalecer seu espírito e esperar a formação de uma geração nova e  mais corajosa, conduziu-os de volta ao deserto, ao sul do “Mar Salgado” , atualmente conhecido como Mar Morto. Aí eles passaram muitos anos, vagueando de um lugar para o outro procurando água e apascentando seus rebanhos e manadas na erva esparsa. Quando, finalmente, após quase trinta e nove anos de severa disciplina e da eliminação dos temerosos, ele sentiu que os Filhos de Israel estavam preparados, fez novos planos para entrar na Terra Prometida.

Nesse ponto, enquanto os Filhos de Israel se preparavam para conquistar sua nova pátria na  Terra Prometida, conviria visitarmos de novo  Canaã e saber algumas coisas muito interessantes sobre sua história e sua vida primitiva.

Os anos entre as duas Guerras Mundiais e os primeiros anos de pós guerra  até o surgimento do nacionalismo árabe constituíram um período extremamente favorável para a obra dos arqueólogos na Palestina. Condições relativamente estáveis e facilidade de obter licenças para fazer escavações tornaram possível a descoberta de um quadro mais amplo e detalhado da evolução humana, especialmente nos tempos pré históricos, do que em qualquer outra região do mundo.

As inúmeras cavernas que existem na Terra Santa, começaram a ser exploradas no princípio da década de 1920, e os tabuleiros e terraços em frente de muitas delas revelaram-se férteis campos de exploração. Os esqueletos de seus habitantes, os instrumentos de pedra que esses povos faziam e usavam, os ossos dos animais que comiam ou combatiam, até mesmo as cinzas de seus fogos, tudo foi submetido ao exame mais minucioso. O resultado é que agora temos uma idéia bem boa de como era a vida naquela região entre a Ásia e a África durante aquele longo período de tempo em que os glaciares tiveram grande parte do hemisfério norte sob coberto por camadas de gelo, antes de o homem adotar a agricultura e começar a viver em casas e atrás de muros protetores de cidades.

Os instrumentos de pedra deram lugar aos de cobre. Estes, mais tarde, deram lugar aos de bronze,  e depois da conquista israelita aos de ferro mais eficaz. Roupas feitas de tecidos substituíram os de pele de animal, e casas permanentes substituíram os abrigos de uma natureza mais temporária, embora a maioria da população da Palestina tenha continuado a viver em tendas e cavernas até aos tempos modernos.

Felizmente, a Palestina trem sítios de cidades muito primitivos, e o mais antigo dos que tem sido investigados é um de nome amplamente conhecido: Jericó. Sua fama, entretanto, liga-se mais à sua destruição noticiada na Bíblia do que ao seu longo e interessante período de cidade viva.

Os primitivos construtores das cidades cananéias ordinariamente procuravam uma colina perto de uma fonte e de um poço de argila ou de uma afloração de pedra calcária. Com a água da fonte moldavam tijolos e faziam um reboco de lodo com que os assentavam. Usavam a mesma espécie de reboco para construir muros de pedra extraída da rocha calcária. Jericó era justamente um lugar assim, situado uns quinze quilômetros a noroeste do lugar onde o rio Jordão deságua no Mar Morto. Homens muito primitivos tinham vivido nesse sítio durante a idade da pedra e foram dos primeiros grupos que se organizaram para a vida em cidade. Seus primeiros esforços foram lamentavelmente toscos em muitos respeitos, mas, com o passar do tempo  os que lhe sucederam fizeram progresso real, embora a cidade fosse destruída várias vezes durante sua longa existência, talvez por terremotos, que são algumas vezes violentos nesse vale profundo. A moderna cidade de Jericó é, por conseguinte, completamente diferente da cidade que teve esse nome nos tempos bíblicos.

As escavações arqueológicas  mostram que cada vez que a antiga cidade de Jericó era destruída, era reconstruída sobre suas ruínas. Sua colina ficava cada vez mais alta com cada nível, e quando a cidade foi finalmente abandonada seu sítio formava um grande monte, ou “tel”, do qual  todas as indicações superficiais acabaram por ser esquecidas pela ação do tempo. Com efeito a ação da natureza foi tão completa, que o “tel” de Jericó foi durante muito tempo considerado um inútil monte de entulho de vinte e cinco metros  de altura que não valia a pena investigar. Porém em 1929 quando começou a ser escavado devidamente, produziu um dos mais completos e valiosos testemunhos já descobertos sobre a vida na primitiva Canaã.

Há pouco mais de cinco mil anos, Jericó começou a aumentar em tamanho e importância, pois seus muros foram ampliados em âmbito, circundando mais de um e meio hectares. Também começaram a aparecer influencias que se julga terem sido babilônicas, prova de intercambio com essa terra situada a mais de mil e quinhentos quilômetros de distância. As casas e os depósitos de cereais tornaram-se maiores e mais numerosos, e, durante um período de quinhentos anos ou mais, Jericó parece ter gozado de paz e um certo grau de prosperidade e progresso.

E então, por volta de 2500 aC., a cidade foi completamente destruída. Porque meio não se sabe, embora o fogo tenha acompanhado a destruição. Acreditam alguns que essa destruição foi motivada por um violento terremoto, enquanto outros acreditam que foi em conseqüência de guerra. Isto é certo, entretanto: a cidade foi começada de novo, e, embora os muros e as casas fossem mais solidamente construídos, as últimas eram menores e mais apinhadas. Evidentemente a população havia aumentado. Isto pode ter ocorrido porque os que antes viveram fora dos muros haviam experimentado as devastações de um exército invasor e exigiram a proteção dos grossos baluartes duplos.

Enquanto Jericó progredia em tamanho e importância, outras cidades consideráveis também cresciam em outras regiões de Canaã. Notável entre elas era Bete-Seã, no Vale de Jezreel, a oeste do Jordão. Seus dezoito períodos distintos remontam a um passado muito distante, às condições primitivas do povo de cerâmica pintada. Era um centro militar estratégico, dominando toda aquela área muito antes de se escrever história, pois controlava igualmente as rotas de caravanas leste-oeste e norte-sul que passavam perto.

Outra importante cidade antiga, situada junto a uma via comercial, era Megido, no vale por onde fluía o grosso do tráfico entre a Mesopotâmia e o Egito. Talvez não tão antiga como Jericó, Megido, como Bete-Seã tornou-se uma comunidade organizada já em 3500 aC., e deveria atingir o seu maior desenvolvimento durante a Idade de Ouro de Salomão.

Estas três, eram grandes cidades em tamanho, força, população e importância geral. Entre outras havia Taanaque, fortificada com enormes muros da chamada construção ciclópica, ou seja, enormes pedras entremeadas de pedregulhos. Parece ter sido um famoso oráculo da deusa Astarté. Outra ainda era Betel, uma cidade muito maior, mas nem de longe tão estrategicamente situada como Jebus (Jerusalém), alguns quilômetros ao sul. Uma terceira era Bete-Semes, a leste de Jebus. Era uma cidade rica, como o testificam a sua excelente cerâmica, as jóias e as armas, e foi o sítio de um conflito nos tempos antigos entre duas culturas- entre o Oriente e o Ocidente – o mesmo conflito que ainda aflige essa área atualmente

O testemunho arqueológico prova que Canaã era uma terra relativamente civilizada pelo ano 1300 aC., quando caiu sob controle do Egito. Os Hicsos tinham passado por Canaã em seu caminho para a conquista do Egito, e haviam procurado refúgio nas cidades dessa região, quando foram finalmente derrotados  e expulsos pelos príncipes egípcios. Para evitar outra invasão semelhante, os faraós acharam necessidade de um estado-tampão, e foi precisamente o que fizeram de Canaã 

Não foi um destino cruel. Antes da ocupação egípcia, Canaã tinha sido assolada muitas vezes, mas, depois de cair sob dominação egípcia, muitas das pequenas cidades que existiam no país receberam um certo grau de proteção. Não eram arrasadas e reconstruídas com tanta freqüência. De outro modo, como indicam os restos de seus antigos centros de população, Canaã pagou por essa dependência. A prosperidade declinou rapidamente, e, pela época em que os israelitas entraram na Terra Prometida, grande parte da antiga vitalidade dessa área estava quase inteiramente esgotada.  

No próximo mês “A Fundação de Israel”